Uma colega de trabalho está grávida. Naturalmente as conversas giram à volta das mil e uma preocupações com a saúde da criança, e consultas e exames associados. Hoje em dia, desde o peso ao comprimento das unhas dos pés, tudo é alvo de minuciosa análise, com receio de diabetes, infecções - sim, com "cç" - e afins. Uma autêntica paranóia. Há 20 ou 30 anos atrás, não havia nem metade das preocupações - «olha querido, já percebi porque andava tão inchada durante estes meses todos e afinal não eram gases!», e não nasciam crianças (mais) saudáveis?